Esta é uma técnica utilizada nos casos onde existe a necessidade de expandir a pele do tórax após uma mastectomia. Ou seja, a pele que existe não é suficiente para conter uma prótese de silicone de tamanho adequado para se aproximar ao tamanho da mama oposta.

CARACTERÍSTICAS:

  • Cirurgia de médio porte (1 a 2 horas de cirurgia);
  • Existe a necessidade do uso de um expansor de tecidos;
  • Após a colocação do expansor este deve ser “inflado” com soro fisiológico até a obtenção do volume desejado;
  • No caso dos expansores convencionais, deve ser trocado por um implante de silicone num segundo procedimento cirúrgico, geralmente 3 a 6 meses após a cirurgia inicial;
  • Necessidade de retirada da válvula do expansor após a finalização da expansão;
  • Existe a possibilidade de infecção nos implantes e extrusão dos mesmos com a necessidade de retirada dos mesmos;
  • Pacientes submetidas a radioterapia tem maior índice de contraturas e de necessidade de troca do implante, mesmo aquelas que possuem o expansor dito “permanente”;Radioterapia prévia pode contra-indicar a colocação de um expansor, sendo melhor a utilização de um retalho músculo-cutâneo (grande dorsal ou de músculo reto do abdômen).

Quais são os tipos de expansores de tecidos?

Expansores definitivos: estes implantes tem uma camada de silicone gel ao redor do expansor e não precisam ser retirado após a obtenção do volume desejado, sendo por esta razão denominados permanentes;

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 Expansores convencionais: após o período de expansão da pele deve o expansor deve ser trocado por implante de silicone gel convencional;

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